quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A Verdade como Regra das Ações - Farias Brito

Excelente livro de Farias Brito abordando Filosofia do Direito, o grande Filósofo Nacional que inspirou a reação espiritualista das décadas de 20 e 30 ao materialismo que esfaqueava a Pátria.



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Em breve, os três volumes de Finalidade do Mundo.

POR CRISTO E PELA NAÇÃO: ANAUÊ!!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

O Fascismo Revisitado: Irredentismo, Autocracia e Revolução

O Fascismo Revisitado: Irredentismo, Autocracia e Revolução

Breve Ensaio sobre o Fascismo sob uma ótica menos espantada.


O presente ensaio não pretende ou espera defender o Fascismo, senão revisitá-lo sob uma análise menos preconceituosa e certamente mais positiva, tendo o caráter breve por não querer tratar, aqui, de tudo e nem se aprofundar bem em quaisquer dos assuntos, apenas desbravando novas visões sobre a palavra de ordem "Fascismo", em especial o italiano, que a tantos grandes arrebatou no século passado, com esperança e atitude.




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Por Cristo e pela Nação: Anauê!

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Terra Irredenta - Poema

TERRA IRREDENTA
Irredentista sou,
nesse Brasil sim,
da Guiana 'non',
da Cisplatina 'non'.

Irredentista sou,
do passado sim!
Do passado brasileiro,
recôndito em lamaceiro.

Irredentista sou,
da glória sim!
da glória brasileira,
esquecida com uma bandeira.

Irredentista sou,
desta terra irredenta,
sob a bandeira republicana,
que esconde o seu passado,
põe no óstraco a sua glória.

Irredentista sou,
desta terra irredenta,
que da lama,
remirá o seu passado.

Irredentista sou,
desta terra irredenta,
que imperiosa,
resgatará a sua glória.

Irredentista sou,
deste Brasil sim.

LUCAS GUSTAVO BOAVENTURA MARTINS, 12/09/2016



sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Mussolini, visto por Primo de Rivera

José Antonio Primo de Rivera
e
Benito Mussolini
O homem é o sistema, e esta é uma das profundas verdades humanas que volta a colocar em valor o Fascismo. Todo o século XIX se gastou em idealizar máquinas de bom governo. Tanto como propôs a máquina de pensar ou de amar. Nenhuma coisa autêntica, eterna e difícil, como é o governar, a máquina pudera fazer; sempre tem que recorrer na última hora a aquele que, desde a origem do mundo, é o único aparato capaz de dirigir os homens: o homem. Quer dizer: o chefe. O Herói.

Os inimigos do Fascismo percebem essa verdade pelo avesso e fazem seu argumento de ataque. “Sim —reconhecem—; Itália há ganhado com o fascismo; mas, e quando morrer Mussolini?”. Creem dar com isso um golpe decisivo no sistema, como se houvesse algum sistema com a eternidade garantida. E, sem embargo, é o mais provável que —quando morrer Mussolini— sobrevenha para Itália um momento de inquietação; mas um momento único; o sistema produzirá —com afloramento mais ou menos laborioso outro chefe. E este chefe voltará a encarnar o sistema para muitos anos. Mas ele (Duce, condutor) seguirá a fé de seu povo, em comunicação de homem a homens, nessa forma de comunicação elemental, humana e eterna que vai deixando seu rastro por todos os caminhos da História.

Eu vi de perto Mussolini, uma tarde de outubro de 1933, no Palácio de Veneza, em Roma. Aquela entrevista me fez entender melhor o fascismo da Itália que a leitura de muitos livros.

Eram as seis e meia da tarde. Não havia no Palácio de Veneza, a menor indício de agitação. Na porta dois milicianos e um porteiro pacífico. Eles disseram que penetrar no Palácio onde trabalha Mussolini é mais fácil que ter acesso a qualquer Governo civil. Apenas ensinei ao porteiro o escritório que eu citei, isso me fez chegar por grandes escadarias silenciosas a ante-sala de Mussolini. Três ou quatro minutos depois se abriu a porta. Mussolini trabalha em um salão imenso, de mármore, sem ou escassa mobília. Lá, em um canto, no outro extremo da porta de entrada, estava atrás de sua mesa de trabalho. Se via ele de longe, só, na imensidade do salão. Com uma saudação romana e um sorriso aberto me convidou para mais perto. Avancei não sei durante quanto tempo. E, sentados nós dois, o Duce começou sua conversa comigo.

Eu o havia visto em audiência pública, anos antes, quando fui recebido com vários alunos da Universidade de Madri. À parte, como todos os habitantes do mundo, o conhecia pelos retratos: quase sempre em atitude militar, em saudação ou discurso. Mas o Duce do Palácio de Veneza era outro distinto: com prateado no cabelo, um ar sutil de cansaço, com certo elegante descuido em sua roupa civil. Não era o chefe dos discursos, mas o da maravilhosa serenidade. Falava lentamente, articulando todas as sílabas. Teve que dar uma ordem pelo telefone e a deu em tom mais tranquilo, sem por a voz no menor traço autoritário. As vezes, quando alguma de minhas palavras o surpreendia, jogava sua cabeça para trás, abria os olhos desproporcionalmente, e por um instante mostrava, rodeadas de branco, suas pupilas escuras. Outras vezes sorria com calma. Era notável sua aptidão para escutar.

Falamos coisa de meia hora. Logo me acompanhou até a porta, através do imenso salão. Não é de grande estatura; já não tem, se alguma vez a teve, a erguida postura de um chefe de milícias; antes, bem, suas costas começam a encurvar-se ligeiramente. Ao chegar nós dois a porta me disse com uma calma paternal, sem sombra de ênfases:

Te desejo as melhores coisas, para você e para Espanha.

Logo se voltou para sua mesa, lentamente, a retomar a tarefa em silêncio. Eram as sete da tarde. Roma, acabadas as atribuições do dia, se derramava pelas ruas sob a aconchegante noite.O Corso era todo movimento e falar, como as ruas de  Alcalá por essas horas. As pessoas entravam nos cafés e nos cinematógrafos. Se dizia que só o Duce permanecia, laborioso, junto a sua lâmpada, no canto de uma imensa sala vazia, velando por seu povo, pela Itália, a que escutava palpitar desde ali como a uma filha pequena.

Que aparato de governar, que sistema de pesos e balanças, conselhos e assembleias, pode substituir a essa imagem do Herói feito Padre, que vigia junto a uma luzinha perene o desejo e o descanso de seu povo?
—JOSÉ ANTONIO PRIMO DE RIVERA


Il Fondatore Dell'Impero, Gerardo Dottori (1936)




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Digitalizado e traduzido para Português por: Lucas Gustavo Boaventura Martins.
(Perdoem-me, eventuais erros.)


Retirado de: [MUSSOLINI, Benito. El Fascismo. Su doctrina, fundamentos y normas legislativas en el orden sindical corporativo, económico y político. Prólogo y Epílogo de José Antonio Primo de Rivera y Julio Ruiz de Alda. Versión española por V.P.S. Ed. Librería de San Martín, 6,Puerta Del Sol,6, Madrid. Pág's 11-14]

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*Para fins de Estudo. Sou Integralista e bem sei que o Integralismo não é Fascismo e nem defende o Estado Totalitário, apresentar o Fascismo, mesmo sobre visões que o positivem é uma forma de Estudo e, dá base para citações que o diferenciem do Integralismo e dos aspectos filosóficos que são nossas bases.

Por Cristo e pela Nação: Anauê!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

sexta-feira, 15 de julho de 2016

O Integralismo Lusitano - Leão Ramos Ascensão

“Quer-se um regime para portugueses e é no estudo da índole e do génio próprio da Grei, é na lição da experiência do Passado e não em ideologias abstractas, é, portanto, com bases firmes que se há-de construir o edifício nacional. A experiência é condição de progresso e de enriquecimento colectivo. A Nação, por outro lado, não é constituída só pelos portugueses de hoje. Repelir a Tradição o mesmo será que negar a obra de constituição da nacionalidade e de engrandecimento territorial e esquecer ingratamente todos os esforços e sacrifícios das gerações que nos antecederam para que Portugal fosse mais próspero, mais forte, mais feliz. Negar ou renegar o Passado nacional equivale a pretender que voltemos ao remoto século XII, ao condado portucalense, dependente da estranha soberania. O respeito à Tradição é condição de continuidade e evita as aventuras, os passos em falso, os saltos no desconhecido.
Para o Integralismo, a Nação é uma grande família perpetuada no tempo pela comunhão de afectos, de sofrimentos e alegrias, de dores e de esperanças, na comovida lembrança dos Mortos e na ânsia de transmitir aos vindouros, engrandecida, a herança dos Antepassados. A Democracia individualista, desconhecendo a família instituição social e caminhando progressivamente para o amor livre que animalizaria a humanidade, não pode compreender isto. Tem de compreendê-lo, porém, quem vê na doce disciplina familiar uma condição indispensável de vida material e de elevação espiritual. Desprendido dos laços da família, o homem torna-se como a folha seca desprendida da árvore — que lhe dá a seiva e a vida — e arrastada pelo vento, sem destino, sem norte, até se desfazer em pó.”

[ASCENSÃO, Leão Ramos. O Integralismo Lusitano. Versão digital da Edição de 1943 das «Edições Gama», pela causanacional.net . Pág's 67-68]


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DEUS-PÁTRIA-FAMÍLIA

terça-feira, 5 de julho de 2016

Para onde vai o Brasil? Trecho de Plínio Salgado


Para onde vai o Brasil? Gilberto Amado [Renascença Editora]


Digitalização de parte de antigo livro, onde, ainda no início de sua campanha pela AIB (Acção Integralista Brasileira) Plínio Salgado fala, prevendo, do futuro crescimento dela que, com fé, se repetirá nos dias de hoje, para a honra e glória de nosso Senhor Jesus, O Cristo.





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Digitalização por: Lucas Gustavo Boaventura Martins

Fonte: http://historia-do-prp.blogspot.com.br/2015/04/para-onde-vai-o-brasil-segundo-plinio.html