“A 8 de março de 1500 notava-se grande alvoroço no Tejo. Era domingo. Estava a zarpar uma armada, a maior até então saída de portos portugueses...” -- Capistrano de Abreu
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quinta-feira, 3 de novembro de 2016
A Solução Monárquica - Alfredo Pimenta
Alfredo Pimenta, Monarquista Português, apresenta a solução monárquica após anos no caminho errante de republicano.
domingo, 30 de outubro de 2016
sábado, 8 de outubro de 2016
Política Monárquica - Alfredo Pimenta
Do Integralismo Lusitano para pdf em computadores da sua casa, haha.
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POR CRISTO, PELA FAMÍLIA, PELA NAÇÃO: ANAUÊ!
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
A Epopéia da Planície - António Sardinha
António Maria de Sousa Sardinha foi um político e poeta português, tendo-se destacado como ensaísta e polemista. Na sua obra, afirmou-se como a principal referência doutrinária do Integralismo Lusitano. Defendia uma monarquia tradicional, orgânica, anti-parlamentar.
Para os integralistas, o municipalismo e o sindicalismo eram duas palavras-chave de um ideário político que não dispensava o Rei, entendido como o melhor garante e defensor das liberdades republicanas. António Sardinha era também anti-iberista, pois em vez da fusão dos Estados de Portugal e de Espanha, propunha uma aliança entre todos os povos hispânicos, a lançar por intermédio de uma aliança entre os dois Estados da Península, ambos reconduzidos à monarquia.
É com base nestas premissas e linha de pensamento que foram escritos os poemas da Epopeia da Planície: poemas das terra e doa sangue, um verdadeiro hino ao Alentejo.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Processo dum Rei - António Sardinha
António Sardinha, eminente doutrinador e ideólogo do Integralismo Lusitano nos legou tal brilhante obra:
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domingo, 25 de setembro de 2016
Carta a um Republicano - Francisco Barcelos Rolão Preto
Francisco Barcelos Rolão Preto participou do Integralismo Lusitano e fundou o Nacional-Sindicalismo em seu país, de crenças monárquicas fora opositor de Salazar e recebeu o exílio, ajudando no exílio, José António Primo de Rivera e o Nacional-Sindicalismo espanhol.
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| Ao centro, Francisco Barcelos Rolão Preto |
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| Francisco Barcelos Rolão Preto, no braço, o símbolo do Nacional-Sindicalismo Português |
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sexta-feira, 15 de julho de 2016
O Integralismo Lusitano - Leão Ramos Ascensão
“Quer-se um regime para portugueses e
é no estudo da índole e do génio próprio da Grei, é na lição da experiência do
Passado e não em ideologias abstractas, é, portanto, com bases firmes que se
há-de construir o edifício nacional. A experiência é condição de progresso e de
enriquecimento colectivo. A Nação, por outro lado, não é constituída só pelos
portugueses de hoje. Repelir a Tradição o mesmo será que negar
a obra de constituição da nacionalidade e de engrandecimento territorial e
esquecer ingratamente todos os esforços e sacrifícios das gerações que nos
antecederam para que Portugal fosse mais próspero, mais forte, mais feliz.
Negar ou renegar o Passado nacional equivale a pretender que voltemos ao remoto
século XII, ao condado portucalense, dependente da estranha soberania. O
respeito à Tradição é condição de continuidade e evita as aventuras, os passos
em falso, os saltos no desconhecido.
Para o Integralismo, a Nação é uma grande família perpetuada no tempo
pela comunhão de afectos, de sofrimentos e alegrias, de dores e de esperanças,
na comovida lembrança dos Mortos e na ânsia de transmitir aos vindouros,
engrandecida, a herança dos Antepassados. A Democracia individualista,
desconhecendo a família instituição social e caminhando progressivamente para o
amor livre que animalizaria a humanidade, não pode compreender isto. Tem de
compreendê-lo, porém, quem vê na doce disciplina familiar uma condição
indispensável de vida material e de elevação espiritual. Desprendido dos laços
da família, o homem torna-se como a folha seca desprendida da árvore — que lhe
dá a seiva e a vida — e arrastada pelo vento, sem destino, sem norte, até se
desfazer em pó.”
[ASCENSÃO, Leão Ramos. O Integralismo Lusitano. Versão digital da Edição de 1943 das «Edições Gama», pela causanacional.net . Pág's 67-68]
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DEUS-PÁTRIA-FAMÍLIA
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