Do magnânimo monarquista lusitano, António Sardinha:
“A 8 de março de 1500 notava-se grande alvoroço no Tejo. Era domingo. Estava a zarpar uma armada, a maior até então saída de portos portugueses...” -- Capistrano de Abreu
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domingo, 30 de outubro de 2016
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
A Epopéia da Planície - António Sardinha
António Maria de Sousa Sardinha foi um político e poeta português, tendo-se destacado como ensaísta e polemista. Na sua obra, afirmou-se como a principal referência doutrinária do Integralismo Lusitano. Defendia uma monarquia tradicional, orgânica, anti-parlamentar.
Para os integralistas, o municipalismo e o sindicalismo eram duas palavras-chave de um ideário político que não dispensava o Rei, entendido como o melhor garante e defensor das liberdades republicanas. António Sardinha era também anti-iberista, pois em vez da fusão dos Estados de Portugal e de Espanha, propunha uma aliança entre todos os povos hispânicos, a lançar por intermédio de uma aliança entre os dois Estados da Península, ambos reconduzidos à monarquia.
É com base nestas premissas e linha de pensamento que foram escritos os poemas da Epopeia da Planície: poemas das terra e doa sangue, um verdadeiro hino ao Alentejo.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Processo dum Rei - António Sardinha
António Sardinha, eminente doutrinador e ideólogo do Integralismo Lusitano nos legou tal brilhante obra:
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